Processo judicial

OpenAI derrota ação da xAI sobre suposto roubo de segredos comerciais

Uma juíza federal dos Estados Unidos rejeitou nesta segunda-feira uma ação movida pela xAI, empresa de inteligência artificial de Elon Musk, que acusava a OpenAI de se apropriar de segredos comerciais da companhia. A magistrada Rita Lin afirmou que a xAI não conseguiu provar as acusações contra o ex-engenheiro Xuechen Li.


Reuters Segunda - 15 de Junho de 2026 às 13:42
G1 Tecnologia
AP/Michael Dwyer, Arquivo
1 de 1 O logotipo da OpenAI é visto em um telefone celular em frente a uma tela de computador que exibe a tela inicial do ChatGPT

A justiça americana rejeitou nesta segunda-feira uma ação judicial da xAI, empresa de inteligência artificial de Elon Musk, contra a OpenAI, de Sam Altman, por suposto roubo de segredos comerciais. A decisão foi tomada pela juíza Rita Lin, do Tribunal Federal de São Francisco.

AP/Michael Dwyer, Arquivo
1 de 1 O logotipo da OpenAI é visto em um telefone celular em frente a uma tela de computador que exibe a tela inicial do ChatGPT

Segundo a magistrada, a xAI não conseguiu demonstrar que a OpenAI tenha induzido Xuechen Li, ex-engenheiro da empresa de Musk, a obter informações confidenciais de maneira indevida durante o processo de recrutamento. Também não foram encontradas evidências de que Li tenha exposto segredos comerciais da xAI durante uma apresentação feita enquanto participava de uma seleção na rival.

Processo encerrado definitivamente

Lin puso fim ao processo de forma definitiva, argumentando que seria "inútil" permitir que a xAI prosseguisse com a ação. Em fevereiro, a juíza já havia rejeitado uma versão anterior da acusação.

A ação foi apresentada originalmente em setembro do ano passado. A acusação afirmava que ex-funcionários da xAI teriam levado informações confidenciais da empresa, incluindo códigos-fonte relacionados ao chatbot Grok, ao deixar seus cargos para trabalhar na OpenAI.

A xAI faz parte do grupo SpaceX, controlado por Elon Musk, que atua nas áreas espacial, de satélites e de inteligência artificial. Os advogados da xAI não comentaram o caso.

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