De acordo com o colunista do site, Ricardo Feltrin, a determinação da emissora é que os seus apresentadores e reportagens só citem as palavras Facebook e Twitter em último caso. Normalmente, deverão substituir Facebook por “uma grande rede social” e Twitter por “rede social de mensagens curtas”.
A Globo já agia dessa maneira há algum tempo, mas agora essa decisão foi formalizada, explica Feltrin. A emissora costuma apagar logos em reportagens de vídeos e fotos e evita citar nomes de empresas em reportagens.
Já o site de vídeos YouTube, do Google, que já realizou ações em conjunto com a emissora, passou incólume pela decisão e continua “liberado” para os programas da Globo.
Nenhum comentário publicado até agora.